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PROTETORA
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IMPORTA NO
FUTURO.

A coqueluche é uma doença altamente
contagiosa, que pode ser fatal para os bebês.1,2
A proteção do seu bebê contra a coqueluche
começa já na gestação.2

A coqueluche pode ser fatal
para os bebês2

Bebês com menos de dois
meses de idade estão em
maior risco de contraírem a
doença, pois são muito novos
para tomarem a vacina contra a coqueluche3

85% dos casos de coqueluche
são contraídos a partir de
um familiar4

No Brasil, houve 1.374 casos
confirmados de coqueluche no ano
de 2019. Dentre esses, 53%
ocorreram em bebês menores de 1
ano de idade.10

SOBRE
A COQUELUCHE

O que é a coqueluche?

A coqueluche é uma doença respiratória, altamente contagiosa,
causada pela bactéria Bordetella pertussis.1

Quais são os sintomas?

Os primeiros sintomas, normalmente, aparecem de 7 a 10 dias
após a infecção e incluem febre baixa, coriza e tosse leve
ocasional, similar a um resfriado comum.1,5
A tosse gradualmente se torna mais severa e, dentro de 1 a 2
semanas, fica mais repetitiva, apresentando episódios com
intervalos mais curtos, sendo acompanhada por dificuldade para
respirar e seguida de um som de guincho agudo.5 A doença
também é conhecida como “tosse dos 100 dias”, porque as crises
podem durar até 10 semanas.6

O som da coqueluche

A coqueluche é conhecida também como “tosse comprida”, por
conta do seu som de guincho característico.1 As crises de tosse
normalmente se tornam mais frequentes e pioram conforme a
doença continua, podendo ocorrer com mais frequência à noite.7

Ouça abaixo o som da coqueluche

39% dos casos de coqueluche
em bebês foram transmitidos
pela mãe12

COMO MEU BEBÊ PODE
PEGAR COQUELUCHE?

Pessoas com coqueluche, normalmente, transmitem a doença por
meio das gotículas produzidas pela tosse ou pelo espirro.1

Sabe-se que a coqueluche normalmente é transmitida por
familiares. Os bebês normalmente pegam dos pais, irmãos, avós e
outros familiares, que podem nem saber que estão doentes.4,8 39%
dos casos de coqueluche em bebês foram transmitidos pela mãe.12

No Brasil, em 2019, entre os casos
de coqueluche em <1 ano, 77%
ocorreram em bebês menores de 6
meses de idade.*11
*N=725

BEBÊS SÃO ESPECIALMENTE
VULNERÁVEIS À
COQUELUCHE.2

A coqueluche pode se desenvolver em qualquer idade, mas os
diagnósticos ocorrem mais frequentemente em bebês com menos
de um ano de idade.7 Os bebês menores de dois meses são muito
novos para tomarem a vacina contra a doença.3

Quando contraída, a coqueluche pode levar a muitas
complicações, incluindo pneumonia, convulsões, danos cerebrais,
entre outros. Em casos severos, a coqueluche pode levar à morte.7

Seja a protetora!
Converse com seu médico sobre como
proteger o seu bebê contra a coqueluche
durante a gestação.

COMO POSSO PROTEGER
MEU BEBÊ CONTRA A
COQUELUCHE?

Você pode proteger o seu bebê contra a coqueluche antes mesmo do nascimento.2

Você pode proteger o seu bebê contra a
coqueluche antes mesmo do nascimento.2

RESPOSTAS ÀS SUAS PERGUNTAS

O que é a coqueluche?-

A coqueluche, também conhecida como “tosse comprida”, é uma doença respiratória
altamente contagiosa.1

Quais são os sintomas mais comuns da coqueluche?-

Os sintomas podem incluir febre baixa, longos períodos de tosse com som
característico de guincho e, em bebês menores, pausas na respiração (apneia).1

Como meu bebê pode pegar coqueluche?-

Pessoas com coqueluche, normalmente, transmitem a doença por meio das gotículas
produzidas pela tosse ou pelo espirro.1
Sabe-se que a coqueluche normalmente é transmitida por familiares. Os bebês
normalmente pegam dos pais, irmãos, avós e outros familiares, que podem nem
saber que estão doentes.4,8

O que pode acontecer se meu bebê pegar coqueluche?-

A coqueluche pode causar complicações sérias e, algumas vezes, fatais em crianças
pequenas.2 Nos bebês, as complicações incluem: hospitalização, pneumonia, convulsões,
danos cerebrais e, em casos severos, até a morte.
7

Seja a protetora!
Converse com seu médico sobre como proteger
o seu bebê contra a coqueluche durante a gestação.

Material dirigido ao público em geral. Por favor, consulte o seu médico.

Referências:

  1. WHO. Immunization, Vaccines and Biologicals--Pertussis. Disponível em: www.who.int/immunization/diseases/pertussis/en/. 2019. Acesso em: 17 dez. 2019.
  2. Gkentzi D. et al. Maternal vaccination against pertussis: a systematic review of the recent literature. Arch Dis Child Fetal Neonatal Ed 2017;0:F1-F8. doi:10.1136/archdischild-2016-312341.
  3. Forsyth et al. Strategies to Decrease Pertussiss Transmission to Infants. Ped 135;6, June 2018.
  4. Tarni et al. Sources of Infant Pertussis Infection in the United States. Ped 136;4, October 2015.
  5. CDC;Pertussis;2012;Pink Book 12th Edition;215-232
  6. CDC Pertussis Fast Facts. Disponível em: www.cdc.gov/pertussis/fast-facts.html. Acesso em: 11 fev. 2020.
  7. ECDC Disease factsheet about pertussis. Disponível em: www.ecdc.europa.eu/en/pertussis/facts. Acesso em: 11 fev. 2020.
  8. CDC. Pertussis (Whooping Cough). Disponível em: https://www.cdc.gov/pertussis/about/causes-transmission.html Acesso em: 17 mar. 2020.
  9. ECDC. Surveillance report. Annual epidemiological report for 2017: Pertussis. Disponível em:
    https://www.ecdc.europa.eu/sites/default/files/documents/AER_for_2017-pertussis.pdf. Acesso em: 17 mar. 2020.
  10. Pesquisa realizada na base de dados DATASUS, utilizando os limites “ANO 1º SINTOMA(S)” para Linha, “FAIXA ETÁRIA” para
    coluna, “CASOS CONFIRMADOS” para Conteúdo, “2019” para Períodos Disponíveis e “TODAS AS CATEGORIAS” para os demais
    itens. Base de dados disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sinannet/cnv/coquebr.def. Acesso em: 09 mar. 2020.
  11. Pesquisa realizada na base de dados DATASUS, utilizando os limites “ANO 1º SINTOMA(S)” para Linha, “FX ETÁRIA <1ano” para
    coluna, “CASOS CONFIRMADOS” para Conteúdo, “2019” para Períodos Disponíveis e “TODAS AS CATEGORIAS” para os demais
    itens. Base de dados disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sinannet/cnv/coquebr.def. Acesso em: 09 mar. 2020.
  12. WILEY, KE. et al. Sources of pertussis infection in young infants: A review of key evidence informing targeting of the cocoon strategy. Vaccine,31(4): 618-25, 2013.

A coqueluche pode ser fatal para os bebês2

Bebês com menos de dois meses de idade estão em maior risco de contraírem a doença, pois são muito novos para tomarem a vacina contra a coqueluche3

85% dos casos de coqueluche são contraídos a partir de um familiar4

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SOBRE A COQUELUCHE

O que é a coqueluche?

A coqueluche é uma doença respiratória, altamente contagiosa, causada pela bactéria Bordetella pertussis.1

Quais são os sintomas?

Os primeiros sintomas, normalmente, aparecem de 7 a 10 dias após a infecção e incluem febre baixa, coriza e tosse leve ocasional, similar a um resfriado comum.1,5 A tosse gradualmente se torna mais severa e, dentro de 1 a 2 semanas, fica mais repetitiva, apresentando episódios com intervalos mais curtos, sendo acompanhada por dificuldade para respirar e seguida de um som de guincho agudo.5 A doença também é conhecida como “tosse dos 100 dias”, porque as crises podem durar até 10 semanas.6

O som da coqueluche

A coqueluche é conhecida também como “tosse comprida”, por conta do seu som de guincho característico.1 As crises de tosse normalmente se tornam mais frequentes e pioram conforme a doença continua, podendo ocorrer com mais frequência à noite.7

No Brasil, houve 1.374 casos confirmados de coqueluche no ano de 2019. Dentre esses, 53% ocorreram em bebês menores de 1 ano de idade.10

RESPOSTAS ÀS SUAS PERGUNTAS

A coqueluche, também conhecida como “tosse comprida”, é uma doença respiratória altamente contagiosa.1

Os sintomas podem incluir febre baixa, longos períodos de tosse com som característico de guincho e, em bebês menores, pausas na respiração (apneia).1

Pessoas com coqueluche, normalmente, transmitem a doença por meio das gotículas produzidas pela tosse ou pelo espirro.1
Sabe-se que a coqueluche normalmente é transmitida por familiares. Os bebês normalmente pegam dos pais, irmãos, avós e outros familiares, que podem nem saber que estão doentes.4,8

A coqueluche pode causar complicações sérias e, algumas vezes, fatais em crianças pequenas.2 Nos bebês, as complicações incluem: hospitalização, pneumonia, convulsões, danos cerebrais e, em casos severos, até a morte.7

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