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Calendários de Vacinação

BCG ID

Em recém-nascidos (RNs) com peso maior ou igual a 2.000 g, deve ser aplicada o mais precocemente possível. Se peso de nascimento inferior a 2.000 g, adiar a vacinação até que o RN atinja peso maior ou igual a 2.000 g.1

Hepatite B

Aplicar a primeira dose nas primeiras 12 horas de vida. Quatro doses em RNs nascidos com peso inferior a 2.000 g. Os RNs de mães portadoras do vírus da hepatite B devem receber ao nascer, além da vacina, imunoglobulina específica para hepatite B (HBIG) na dose de 0,5 mL via intramuscular, logo após o nascimento, até, no máximo, o sétimo dia de vida. A vacina deve ser aplicada via IM no vasto lateral da coxa e a HBIG na perna contralateral. Em função da menor resposta à vacina em bebês nascidos com menos de 2.000 g, recomenda-se completar o esquema de quatro doses (0 - 1 - 2 – 6 meses).1

Profilaxia do vírus sincicial respiratório (VSR)

Recomendada para prematuros e crianças de maior risco. Utiliza-se um anticorpo monoclonal específico contra o VSR, o palivizumabe, que deve ser aplicado em prematuros nos meses de maior circulação do vírus, que depende da região do Brasil:

  • região Norte, de janeiro a junho;
  • região Sul, de março a agosto;
  • regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, de fevereiro a julho.

Estão recomendadas doses mensais consecutivas de 15 mg/kg de peso, via intramuscular, até no máximo cinco aplicações para os seguintes grupos:

  • RN prematuro com idade gestacional inferior a 29 semanas, até 1 ano de vida.
  • RN prematuro com idade gestacional entre 29 e 31 6/7 semanas, até 6 meses de vida.

O uso em portadores de doença pulmonar crônica da prematuridade e cardiopatias congênitas, independente da idade gestacional ao nascer e desde que em tratamento dessas condições nos últimos seis meses, está indicado até o segundo ano de vida. O palivizumabe deve ser aplicado também nos bebês hospitalizados que estejam contemplados nessas recomendações.1

Pneumocócica conjugada

Iniciar o mais precocemente possível (aos 2 meses), respeitando a idade cronológica. Três doses: aos 2, 4 e 6 meses e um reforço entre 12 e 15 meses. Recém-nascidos pré-termo (RNPTs) e de baixo peso ao nascer apresentam maior risco para o desenvolvimento de doença pneumocócica invasiva, que aumenta quanto menor a idade gestacional e o peso ao nascimento. O esquema deve ser iniciado o mais precocemente possível, de acordo com a idade cronológica. O PNI adotou a partir de janeiro de 2016, esquema de duas doses da VPC10 (vacina pneumocócica conjugada 10 valente) aos 2 e 4 meses de vida, com reforço aos 12 meses.1

Gripe (Influenza)

Respeitar a idade cronológica e a sazonalidade da circulação do vírus. Preferencialmente utilizar vacinas quadrivalentes.1

Poliomielite

Utilizar somente vacina inativada (VIP) em RNs internados em unidades neonatais. É recomendado que todas as doses sejam com a VIP. Não utilizar a vacina oral (VOP) em crianças hospitalizadas.1

Rotavírus

Não utilizar a vacina em ambiente hospitalar. Por se tratar de vacina de vírus vivos atenuados, a vacina rotavírus só deve ser realizada após a alta hospitalar, respeitando-se a idade máxima limite para administração da primeira dose (3 meses e 15 dias).1

Tríplice Bacteriana

Utilizar preferencialmente vacinas acelulares. A utilização de vacinas acelulares reduz o risco de eventos adversos. Em prematuros extremos, considerar o uso de analgésicos/antitérmicos profiláticos com o intuito de reduzir a ocorrência desses eventos, especialmente reações cardiovasculares.1

Haemophilus Influenza tipo B

A combinação da vacina tríplice bacteriana acelular (DTPa) com a Hib e outros antígenos são preferenciais, pois permitem a aplicação simultânea e se mostraram eficazes e seguras para os RNPTs. Na rede pública, para os RNPTs extremos, a DTPa é disponibilizada pelos Centros de Referência para Imunológicos Especiais (Cries) e, nesses casos, a conduta do Ministério da Saúde é adiar a aplicação da vacina Hib para 15 dias após a DTPa. O reforço da vacina Hib deve ser aplicado nessas crianças aos 15 meses de vida.1

Prematuro

Vacinas Doenças Evitadas
BCG ID
Saiba mais
Formas graves de tuberculose2
Hepatite B
Saiba mais
Infecção pelo vírus da hepatite B2
Profilaxia do vírus sincicial respiratório (VSR)
Saiba mais
Infecções respiratórias causadas pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR).3
Pneumocócica Conjugada
Saiba mais
Infecções invasivas (sepse, meningite, pneumonia e bacteremia) e otite média aguda (OMA), causadas por alguns sorotipos do Streptococcus pneumonia.2
Gripe (Influenza)
Saiba mais
Vírus da Influenza.2
Poliomielite
Saiba mais
Poliomielite causada por vírus dos tipos 1, 2 e 3.2
Rotavírus
Saiba mais
Gastroenterites causadas por alguns sorotipos do rotavírus.2
Tríplice Bacteriana
Saiba mais
Difteria, tétano e coqueluche.2
Haemophilus Influenza tipo B
Saiba mais
Infecções causadas pelo Haemophilus Influenzae b.2
Para acessar as referências bibliográficas desta seção,clique aqui    -    BR/VAC/0095/16 – Setembro/2016
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